altA Apadevi promove aulas de artesanato para que as pessoas com deficiência visual desenvolvam melhor suas capacidades e outros sentidos, como o tato. Além disso, essa atividade é vista como uma distração para os frequentadores da Associação.

João Barbosa (foto) encontrou nas aulas de artesanato uma forma de se recuperar da depressão.


A Apadevi procura estimular seus frequentadores com as mais diversas atividades. Uma delas é o artesanato, que promove também a distração dos alunos. As pessoas com deficiência visual confeccionam cestinhas de pão, esteirinhas de mesa etc., com caixas de leite, que, para muitos, é um material jogado no lixo.

Segundo a professora da Associação, Clarice Zuber, o artesanato é uma das maneiras mais atrativas de prender a atenção do deficiente visual, porque requer muita concentração. A professora afirma que este é um trabalho importantíssimo para o desenvolvimento dos sentidos do deficiente visual, principalmente do tato.

Um dos participantes das aulas de artesanato é João Barbosa, e ele partilha da mesma opinião que a professora. Barbosa conta que quase entrou em depressão devido à sua deficiência.

Mas, com o auxílio da instituição, ele encontrou uma opção de distração e amizade. Além do artesanato, Barbosa faz aulas de Braille e educação física.

Os produtos feitos pelos frequentadores são vendidos em feiras promovidas pela própria Associação. O dinheiro é destinado a melhorias na Apadevi.

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