Histórias de quem frequenta a Casa do Menor
Gisele Barão e Mariana Galvão Noronha| Cecília Ferreira está no Clube de Mães desde o início e explica a importância da instituição: “Aqui as crianças têm atividades durante o dia todo, provavelmente estariam brincando na rua sem ter essa opção. O Clube de Mães é uma forma de ajudar a manter a instituição para os meus filhos”. | ![]() Cerca de 198 famílias da Vila Cipa recebem atendimento na Casa |
A coordenadora do Clube, Iracema Gabowski, conta que acompanha o desenvolvimento das mães durante a participação: “Muitas mulheres chegaram com dificuldade de concentração nas atividades por conta da série de problemas que têm em casa, mas hoje já conseguem produzir como as outras”, afirma a voluntária.
E.V é uma das crianças atendidas pela Irmãos Cavanis. Ela tem 10 anos e explica como mudou seu comportamento em casa e na escola: “Antes eu ficava em casa e meus pais brigavam mais comigo, agora até minhas notas na escola melhoraram”.
T.O, com 15 anos, tem dois irmãos que passaram pela Casa do Menor: “Minhas irmãs frequentavam aqui e conseguiram ir para a faculdade. Eu também pretendo fazer o curso de Educação Física depois que me formar”.
D.P., de 10 anos, conta que a melhor parte para ela são as refeições oferecidas na entidade. “Adoro encontrar meu amigos e passar a tarde aqui com eles. Mas minha hora preferida é a hora do lanche”, confessa.
EDITORIAL
Instituições que mudam a realidade dos jovens
Bloco anterior
Entidades representam alternativa às crianças carentes


















