Uma valiosa e pouco reconhecida profissão
Como diz o velho ditado: se andar fosse bom para a saúde, carteiro seria imortal. É claro que uma caminhada ou outra semanalmente ou até mesmo diariamente faz bem para a saúde.
Mas andar para lá e para cá todos os dias, carregando peso, enfrentando as condições adversas de temperatura e clima, relevo sinuoso, trânsito e cachorros prestes a lhe morder é complicado. Para que uma correspondência chegue perfeitamente em nossas casas, o carteiro precisa passar por uma rotina diária pesada e repleta de dificuldades.
Apesar de ter todo o suporte para a realização das entregas (filtro solar, roupas e sapatos planejados), o carteiro precisa antes de tudo ser mais bem reconhecido, não somente pela empresa, mas também pela sociedade, que não consegue perceber a importância, responsabilidade e “complexidade” do seu serviço.
São os que deixam cachorros soltos ou não numeram sua casa corretamente, impossibilitando a entrega. Ou também os governantes que pagam um salário relativamente baixo e negociam propostas de aumentos também baixos para a categoria. Quantas greves já presenciamos acontecer nos Correios?
Somado com bonificações, um carteiro ganha em média 900 reais. Salário muito baixo para uma profissão de extrema dificuldade se comparada a outras que exigem menos esforço físico e dedicação.
Mas a principal gratificação destes trabalhadores é ver seu objetivo cumprido, entregar a correspondência dentro do prazo, mesmo com um cachorro no seu encalço ou a chuva ameaçando seu material de trabalho. Objetivo nada fácil, que devemos valorizar, e muito!
Veja a reportagem
Funcionários reclamam das políticas de saúde, esporte e integração dos Correios

















