Apresentação

Reforma prejudica saída de veículos na Vila Mayer

Alteração no sentido na Rua Durval da Silva dificulta a saída dos moradores da Vila, que precisam usar um caminho alternativo e sem sinalização

Foto mostra a sinalização horizontal com faixas e semáforos de pedestre no cruzamento da Avenida Visconde de Mauá com a Rua Jorge Becher e a sua continuação, a Rua Durval da Silva


Nova União de Associações de Moradores integra condomínios de Ponta Grossa

A nova entidade começa com as atividades em maio e substitui a antiga, que tinha o mesmo nome. A gestão ainda pensa em dar um acréscimo ao nome da união para formar uma outra sigla.

Foto da frente do condomínio Monteiro Lobato, em que aparece também a rua e um ônibus do transporte publico da cidade


Um ano após o 29 de abril, UEPG resiste ao abandono e a corte de verbas

Em comparação com o primeiro trimestre do ano passado, a variação da receita estadual é de 90,15%, logo não há justificativa para falta de repasse de recursos para as universidades

Na escadaria do prédio da Reitoria da UEPG, manifestantes apresentam cruzes e fotos do dia do "massacre"


Agenda Cultural

Terça, dia 31
Projeto Tela  Alternativa  - Filme: "Daens- Um grito de Justiça"
Promoção: UEPG / Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes/ Dept* de  Estudos da Linguagem e Prefeitura de Ponta Grossa/FMC
Horário:19h30            
Local: Cine Teatro Ópera – Palco B
Ingresso: Entrada Franca        

Veja a agenda cultural completa, no

Eventos e atividades

Fórum Municipal de Cultura

De segunda (30/05) a sexta (03/06)

Horário: a partir das 19 horas

Local: de segunda a quinta, no Auditório da Proex (Praça Marechal Floriano Peixoto). Na sexta, a Plenária Final acontecerá no Grande Auditório do Campus Central da UEPG

Objetivo: discutir as Diretrizes Culturais do Município para a formulação do Plano Municipal de Cultura

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Bazar Universitário de Jornalismo

Dia: sexta, dia 03 de junho

Horário: 13:30 horas

Local: DCE - UEPG (em frente ao Campus Central)

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Levando (livros) para casa

Data: 23/05 a 03/06/2016

Local: Auditório da Biblioteca Pública Municipal Bruno Enei

Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 9:00 às 18:00

Objetivo: doação à comunidade de livros recebidos pela biblioteca

Endereço da biblioteca: Rua Frederico Wagner, 100 (início da Rua dos Operários), no bairro de Olarias

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Terceira reunião da Frente Feminista

Dia: sábado, 11 de junho

Horário: 9:00 às 13:00 horas

Local: DCE - UEPG (em frente ao Campus Central)

Mais informações

Arraiá da APADEVI

Dia: 11 de junho

Horário: a partir das 14 horas

Local: Rua Pernambuco, s/nº, Olarias

Fone: (42) 3223-0784

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6ª Conferência Municipal da Cidade

Dias e horários: 24 (das 18 às 22hs) e 25 de junho (das 8:00 às 18hs)

Local: Anfiteatro Municipal Eunice Miró Guimarães, na Rua Bonifácio Ribas, 240, no Bairro Uvaranas, ao lado da Escola Municipal Prefeito Cláudio Gonçalves Guimarães

Mais informações

Doação e adoção de animais

Dia: Todo primeiro e segundo sábado do mês

Horário: das 10:00 às 13:00 horas

Local: Estação Saudade

Mais informações

Divulgue seu evento

Envie para o Portal Comunitário as informações sobre atividades ou eventos que vão acontecer em Ponta Grossa (no seu bairro, associação, ONG, movimento social, sindicato, escola, igreja, grupo cultural ou assistencial)

Pode ser reunião, festa, campeonato, apresentação, bazar, baile, jantar beneficente, assembleia, bingo, ou qualquer outra atividade de sua comunidade.

Para isto, é só mandar um e-mai para portalcomunitario@gmail.com

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Voluntariado é o trabalho desenvolvido por uma pessoa ou um grupo de pessoas que, sem fins lucrativos, tem por maior objetivo o bem estar social. Importante tanto para quem recebe quanto para quem o realiza, suas definições são previstas em lei pela Constituição Federal e Organização das Nações Unidas. Em Ponta Grossa, a Pastoral da Criança e a ONG Você Consegue, por exemplo, buscam melhorar a vida ou até mesmo lutar pela vida de muitas pessoas. Porém sofrem com a falta de pessoas que contribuam com suas ações.

“Trabalhar voluntariamente é maravilhoso e muitíssimo gratificante, diz Josefa

Tia Mirna: uma mulher de grande coração

Voluntários da Pastoral da Criança são pessoas das próprias

Cresce a valorização do voluntariado no Brasil e no mundo

EDITORIAL: “A união faz a força”


O gesto simples de doar parte do seu tempo para fazer algo para o próximo nem sempre é reconhecido pela sociedade. Desenvolver um trabalho voluntário exige amor, doação, responsabilidade e, sobretudo, “vestir a camisa” da causa. Isso porque os voluntários enfrentam muitas dificuldades no dia-a-dia para conseguir ajudar quem precisa. As pessoas que trabalham pelo outro, travam uma batalha para obter recursos, visibilidade e concretizar ações.

Além desses problemas, os líderes de alguns trabalhos sofrem com o baixo interesse da comunidade em ajudar e em ser ajudada. A Pastoral da Criança de Ponta Grossa, que realiza trabalhos com famílias das comunidades carentes, é um exemplo. Seus voluntários trabalham para fornecer a essas famílias um conhecimento básico sobre nutrição e alimentação saudável para as crianças, além de valores familiares e sociais.

A coordenadora da Pastoral na área de Uvaranas, Mirnalene dos Santos, revela que hoje não é fácil encontrar pessoas dispostas a se tornarem voluntárias. “Temos muitas comunidades em que o trabalho não é iniciado porque faltam pessoas para realizar as ações”, diz.

Josefa Schimit, idealizadora da ONG Você Consegue, também enfrenta a falta de colaboração da comunidade. “Trabalhamos com uma equipe pequena, três ou quatro integrantes. As pessoas não querem se envolver, e isso dificulta a realização de ações mais concretas”, salienta Josefa.

A ONG tem como objetivo aumentar o número de pessoas cadastradas como possíveis doadores de medula óssea no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Palestras, esclarecimentos e coleta de sangue para realização do cadastro são as principais atividades. Tudo feito por Josefa. “Existem pessoas que começam a trabalhar, mas logo se dispersam. Para ser voluntário é preciso acreditar na causa”, conta.

Na Pastoral, os números são maiores, nem por isso suficientes. O setor de Uvaranas, por exemplo, conta com 75 líderes, mas, de acordo com Mirnalene, esse número é pequeno, e muitas crianças deixam de receber o atendimento.

“O ideal é que cada líder atenda 15 crianças e, hoje, temos líderes responsáveis por 70. Isso atrasa as atividades, já que, para realizar o atendimento a todos, os líderes demoram mais”, explica.

As dificuldades não abalam quem é voluntário. “Não me pesa em nada o trabalho da ONG. Não desanimo por ter dificuldades, elas só me fazem correr mais atrás”, conta Josefa Schimit, que mantém a ONG Você Consegue com recursos próprios.

“Para manter as atividades tenho dois empregos. Trabalho como diarista em um prédio e uma empresa da cidade. O salário que recebo em um deles vai todo para manter a ONG ativa”, explica Josefa.

Na Pastoral, o recrutamento não para. Mirnalene revela que sempre são realizadas atividades em busca de mais voluntários, como convites nas missas e em atividades realizadas pela Pastoral. Ela conta que existem pessoas que chegam à Pastoral por estarem desempregadas e fazem o trabalho voluntário até conseguir um emprego.

“Às vezes, vem gente ajudar na Pastoral porque está desempregado. E parece uma graça, porque mal começa o trabalho, e a pessoa consegue um emprego. Aí já não tem mais tempo de nos ajudar. Ficamos felizes por ter doado o tempo que teve para ajudar quem precisa”, finaliza.

Leoni Gonçalves Nabozny foi voluntária da Pastoral no Jardim Paraíso por dois anos, mas parou de atuar na comunidade devido a problemas de saúde. “Tive que me afastar, mas tenho muitas saudades, porque acho lindo este trabalho. A Pastoral é tudo para uma criança e para a gestante carente. Depois que surgiu a Pastoral, diminuiu bastante a mortalidade infantil”, relata.

Já Lourdes Pilatti estava há três anos na Pastoral da Vila Ricci e também saiu por problemas de saúde. Ela já havia adiado em um ano sua saída da Pastoral da Criança porque sabe que o trabalho precisa ser realizado na comunidade.

“O trabalho voluntário é importante porque, com ele, é possível ajudar a quem precisa. É um trabalho prazeroso, mas que tem muitas dificuldades. Dificilmente existem pessoas preparadas e dispostas a ajudar, como acontece aqui na Vila Ricci”, finaliza Lourdes.

Próximo bloco: Voluntários da Pastoral da Criança são pessoas das próprias comunidades

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“Trabalhar voluntariamente é maravilhoso e muitíssimo gratificante, diz Josefa

Tia Mirna: uma mulher de grande coração

EDITORIAL
“A união faz a força”

    Voluntariado é o trabalho desenvolvido por uma pessoa ou um grupo de pessoas que, sem fins lucrativos, tem por maior objetivo o bem estar social.
Importante tanto para quem recebe quanto para quem o realiza, suas definições são previstas em lei pela Constituição Federal e Organização das Nações Unidas. Em Ponta Grossa, a Pastoral da Criança e a ONG Você Consegue, por exemplo, buscam melhorar a vida ou até mesmo lutar pela vida de muitas pessoas. Porém sofrem com a falta de pessoas que contribuam com suas ações.

Voluntários da Pastoral da Criança são pessoas das próprias
comunidades

Cresce a valorização do voluntariado no Brasil e no mundo


O gesto simples de doar parte do seu tempo para fazer algo para o próximo nem sempre é reconhecido pela sociedade. Desenvolver um trabalho voluntário exige amor, doação, responsabilidade e, sobretudo, “vestir a camisa” da causa. Isso porque os voluntários enfrentam muitas dificuldades no dia-a-dia para conseguir ajudar quem precisa. As pessoas que trabalham pelo outro, travam uma batalha para obter recursos, visibilidade e concretizar ações.

Além desses problemas, os líderes de alguns trabalhos sofrem com o baixo interesse da comunidade em ajudar e em ser ajudada. A Pastoral da Criança de Ponta Grossa, que realiza trabalhos com famílias das comunidades carentes, é um exemplo. Seus voluntários trabalham para fornecer a essas famílias um conhecimento básico sobre nutrição e alimentação saudável para as crianças, além de valores familiares e sociais.

A coordenadora da Pastoral na área de Uvaranas, Mirnalene dos Santos, revela que hoje não é fácil encontrar pessoas dispostas a se tornarem voluntárias. “Temos muitas comunidades em que o trabalho não é iniciado porque faltam pessoas para realizar as ações”, diz.

Voluntariado-2-20-12-09.JPGJosefa Schimit (foto), idealizadora da ONG Você Consegue, também enfrenta a falta de colaboração da comunidade. “Trabalhamos com uma equipe pequena, três ou quatro integrantes. As pessoas não querem se envolver, e isso dificulta a realização de ações mais concretas”, salienta Josefa.

A ONG tem como objetivo aumentar o número de pessoas cadastradas como possíveis doadores de medula óssea no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Palestras, esclarecimentos e coleta de sangue para realização do cadastro são as principais atividades. Tudo feito por Josefa. “Existem pessoas que começam a trabalhar, mas logo se dispersam. Para ser voluntário é preciso acreditar na causa”, conta.

Na Pastoral, os números são maiores, nem por isso suficientes. O setor de Uvaranas, por exemplo, conta com 75 líderes, mas, de acordo com Mirnalene, esse número é pequeno, e muitas crianças deixam de receber o atendimento.

“O ideal é que cada líder atenda 15 crianças e, hoje, temos líderes responsáveis por 70. Isso atrasa as atividades, já que, para realizar o atendimento a todos, os líderes demoram mais”, explica.

As dificuldades não abalam quem é voluntário. “Não me pesa em nada o trabalho da ONG. Não desanimo por ter dificuldades, elas só me fazem correr mais atrás”, conta Josefa Schimit, que mantém a ONG Você Consegue com recursos próprios.

“Para manter as atividades tenho dois empregos. Trabalho como diarista em um prédio e uma empresa da cidade. O salário que recebo em um deles vai todo para manter a ONG ativa”, explica Josefa.

Na Pastoral, o recrutamento não para. Mirnalene revela que sempre são realizadas atividades em busca de mais voluntários, como convites nas missas e em atividades realizadas pela Pastoral. Ela conta que existem pessoas que chegam à Pastoral por estarem desempregadas e fazem o trabalho voluntário até conseguir um emprego.

“Às vezes, vem gente ajudar na Pastoral porque está desempregado. E parece uma graça, porque mal começa o trabalho, e a pessoa consegue um emprego. Aí já não tem mais tempo de nos ajudar. Ficamos felizes por ter doado o tempo que teve para ajudar quem precisa”, finaliza.

Leoni Gonçalves Nabozny foi voluntária da Pastoral no Jardim Paraíso por dois anos, mas parou de atuar na comunidade devido a problemas de saúde. “Tive que me afastar, mas tenho muitas saudades, porque acho lindo este trabalho. A Pastoral é tudo para uma criança e para a gestante carente. Depois que surgiu a Pastoral, diminuiu bastante a mortalidade infantil”, relata.

Já Lourdes Pilatti estava há três anos na Pastoral da Vila Ricci e também saiu por problemas de saúde. Ela já havia adiado em um ano sua saída da Pastoral da Criança porque sabe que o trabalho precisa ser realizado na comunidade.

“O trabalho voluntário é importante porque, com ele, é possível ajudar a quem precisa. É um trabalho prazeroso, mas que tem muitas dificuldades. Dificilmente existem pessoas preparadas e dispostas a ajudar, como acontece aqui na Vila Ricci”, finaliza Lourdes.

Próximo bloco
Voluntários da Pastoral da Criança são pessoas das próprias comunidades